Softwares piratas: quais são os reais perigos para sua empresa?

Blog BHS Blog BHS 01 DE NOVEMBRO DE 2016

Baixar um software pirata é uma decisão tomada por empresas que querem contornar custos. Realmente, a vantagem financeira é, a princípio, indiscutível – um software pirateado é instalado sem custos, enquanto o original pode ter valor de aquisição elevado.

Essa prática é comum no Brasil: de acordo com pesquisa realizada em 2015 pela BSA (Business Software Aliance), 47% dos softwares instalados no Brasil não são licenciados. O estudo leva em conta consumidores particulares e empresas. Os campeões da pirataria são os sistemas operacionais, servidores e pacotes de software para escritório (como o Office).

Um olhar mais cuidadoso sobre a questão pode revelar, porém, que usando softwares não licenciados a empresa pode estar exposta a perigos, colocando dados importantes em risco.

Listamos aqui os principais perigos de usar softwares piratas:

 

Legalidade

O principal ponto a ser observado por empresas é o fato de que a pirataria é crime. Uma companhia que faz uso de softwares piratas corre o risco de ser penalizada com detenção e multa, que pode chegar a até 10 vezes o valor de aquisição do software original, como descrito na lei nº 9.609/98.

No Brasil, a ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software) é a organização responsável por combater amplamente as fraudes no mercado. As auditorias acontecem, normalmente, quando a desenvolvedora do software solicita à ABES uma relação de suas licenças no país, tornando passíveis de investigação as companhias que não encaminham a documentação necessária.

Muitos ainda acreditam que só empresas de médio e grande portes podem ser alvo de processos rigorosos de auditoria. Porém, nos últimos dois anos, temos observado que até mesmo empresas com menos de 10 computadores são alvo de ações antipirataria.

 

Segurança

Para piratear um software, o cracker – nome dado ao hacker especializado na atividade – faz modificações no código do programa, com o intuito de quebrar a barreira de segurança. O problema é que isso dá liberdade para que o criminoso possa incluir vírus junto ao programa, que nem sempre são detectados pelo antivírus.

Agindo de forma silenciosa, os vírus mais comuns são capazes de prejudicar a performance das máquinas e deixá-las mais vulneráveis a ataques. Ainda, há tipos específicos, como os chamados keylogers, que capturam todas as informações digitadas no computador a fim de roubar informações pessoais e da empresa, como senhas, números de cartão de crédito e dados bancários. 

 

Economia que sai caro

 Mesmo que, a princípio, usar softwares não licenciados possa parecer uma alternativa econômica, os custos e o transtorno envolvidos nas possíveis complicações dessa decisão significam um prejuízo muito grande.

Além do mais, a compra ou assinatura de softwares licenciados traz a vantagem do suporte especializado, fundamental para a resolução de problemas pontuais. Outro diferencial é o acesso a atualizações, que trazem novas funcionalidades e a correção de falhas de segurança e erros.

 

Compra flexibilizada

Atualmente, algumas desenvolvedoras de software trabalham com métodos de pagamento mais flexíveis e adequados a orçamentos enxutos. Um exemplo é o pacote Office, da Microsoft – um dos campeões de pirateamento. Há cerca de 5 anos, a aquisição do pacote exigia o pagamento de algumas centenas de reais à vista, sem direito a atualizações – que, quando lançadas, exigiam nova aquisição.

Hoje, é possível licenciar esse pacote através de uma assinatura mensal, na qual é cobrado um valor mensal por usuário, e que dá direito a todas as atualizações e a possibilidade de acesso remoto.

 

Tem dúvidas sobre licenciamento e aquisição de softwares? Entre em contato conosco (https://www.axter.com.br/contato/).

 

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