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Produtividade

7 erros que você pode estar cometendo na sua PME

As pequenas e médias empresas (PME), normalmente, costumam enfrentar grandes obstáculos até se firmarem no mercado, adquirirem clientes fiéis e conseguirem crescer em quantidade de venda e variedade de produtos ou serviços. Algumas falhas em gestão de processos, documentos e pessoas podem tornar esse caminho mais longo. Mas nada que não possa ser evitado ou corrigido! Conheça os sete erros mais comuns nas PME e saiba como corrigi-los.   Falta de gestão Esse é um aspecto decisivo para o desenvolvimento da sua pequena ou média empresa. Caso o administrador não tenha grande experiência ou domínio de assuntos relacionados à gestão, o crescimento da organização pode ser comprometido. Por isso, é necessário um empenho na busca por informações a respeito do mercado em que está competindo, quais as necessidades dos clientes e as principais características do setor.   Não monitorar seus dados Outro erro comum em pequenas e médias empresas é a falta de acompanhamento dos dados relativos a vendas, compras e qualquer outro gasto. Sem mensurar essas informações, é muito difícil saber o que está dando certo ou não e, portanto, a chance de continuar fazendo algo errado é muito grande. Uma solução é utilizar ferramentas de gestão, como o Business Intelligence.   Não gerir seus documentos eletronicamente Ao armazenar eletronicamente seus documentos, as atividades do dia a dia são agilizadas, uma vez que ao ter acesso aos documentos de maneira virtual, as buscas por essas informações se tornam mais práticas e simples. A gestão eletrônica nas PME torna esses dados acessíveis pela internet corporativa de qualquer lugar do mundo e você ainda poderá se esquecer dos arquivos físicos com pilhas de pastas de documentos, tornando o ambiente de trabalho mais limpo e organizado.   Falta de capacitação dos profissionais A busca por conhecimento deve ser contínua. Para isso, as PME precisam apostar em cursos de capacitação para seus funcionários. A capacitação também pode auxiliar na identificação e na busca por soluções de maneira rápida, eficaz, econômica e criativa.   Subestimar a automatização de processos Pequenas e médias empresas sempre buscam alcançar suas metas e gerar resultados. No entanto, muitas vezes elas não estão dispostas a investir muito recursos. Nesse aspecto, é preciso se atentar ao fato de que não é interessante executar as tarefas a um baixo custo e entregar produtos ou serviços em quantidades que não gerem receita.  Dessa forma, quanto melhor for a relação entre as entregas realizadas e os recursos utilizados nos processos, mais competitivas serão as PME. Para ajudar a resolver essa questão, a automação de processos – um instrumento de gestão capaz de aliar a tecnologia da informação ao gerenciamento dos negócios, a fim de otimizar resultados das empresas – pode ser uma ótima solução. Se ficou curioso sobre a ideia de automatização de processos, não deixe de ler o artigo: “O que é automação de processos e como ela impacta na produtividade de pequenas e médias empresas?”.   Não fazer backup dos documentos na nuvem Os riscos de perda de documentos são muito grandes. Falha operacional de um usuário, ataque de vírus para sequestro de dados ou problemas com as máquinas são alguns dos motivos que podem causar isso. Utilizar o sistema de armazenamento em nuvem é a resposta eficaz para evitar esses danos, além de ser uma solução para aumentar a segurança dos documentos, reduzindo significativamente seus custos. Uma vez configurado, o serviço de backup fará a sincronização dos arquivos sempre que ocorrer alguma mudança dos documentos.   Não implantar uma intranet de excelência A intranet é uma rede corporativa que utiliza tecnologia e infraestrutura de internet com o objetivo de centralizar as informações internas de sua empresa em um único local. Assim, esses dados poderão ser acessados e compartilhados pelos funcionários mais facilmente, mesmo que estejam em departamentos diferentes. Veja neste post o que uma intranet de excelência precisa ter.   Conclusão O acerto vem após alguns erros muito comuns nas PME, mas que podem ser facilmente identificados e corrigidos. O segredo para o sucesso é apostar em ferramentas de gestão de processos e documentos, que irão impactar diretamente na organização e produção da sua empresa. Se você quer saber mais sobre o processo de produtividade, veja abaixo alguns conteúdos sobre o assunto: — Produtividade: uma gestão que pode alavancar a performance da sua empresa. Conheça! — Saiba como melhorar a produtividade da sua empresa com a gestão eletrônica de documentos. — GED: 5 tarefas facilitadas pela gestão dos documentos do seu negócio — 5 benefícios da automação de processos para o seu negócio
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Negócio

Business Intelligence e Big Data: você sabe qual a diferença?

Business Intelligence (BI) e Big Data são dois conceitos que vêm sendo muito utilizados por pequenas e médias empresas para realizar a análise de seus dados. Apesar de serem empregados para auxiliar nas tomadas de decisão, as ferramentas são bem diferentes e cabe às companhias escolher qual delas atende às suas necessidades. No entanto, um conceito não substitui o outro, e ambos podem ser usados de maneira simultânea, de modo a trazer benefícios e soluções para as empresas. Confira abaixo como o Business Intelligence e Big Data atuam e de que maneira eles podem ser úteis para a sua companhia.   Business Intelligence (BI) O Business Intelligence consiste em soluções e ferramentas que têm como objetivo obter dados de diversas fontes, analisar e reunir inúmeras informações da empresa, como gastos com fornecedores, custos operacionais e os valores disponíveis em caixa, além de fornecer visão abrangente de vários aspectos da companhia. O BI também apresenta as informações por meio de relatórios aprimorados, a fim de orientar toda a estratégia, e fornece um panorama das gestões internas de pessoas e materiais. Esses dados podem auxiliar, consequentemente, o desenvolvimento do negócio e a tomada correta de decisões estratégicas.   Big Data O termo Big Data refere-se a um volume maior de dados. As pequenas e as médias empresas costumam compartilhar e armazenar dados. Daí surge um grande desafio: como utilizá-los de forma estratégica para o seu negócio? O Big Data fundamenta-se no processamento rápido de uma grande quantidade de dados, com a finalidade de encontrar correlação entre eles e oferecer informações importantes para a empresa. De maneira geral, o Big Data se preocupa menos com a exatidão – fornecida pelo BI – e mais com caminhos e possibilidades ainda não pensadas, como dados disponíveis em redes sociais, por exemplo.   A diferença entre Business Intelligence e Big Data Apresentamos uma descrição do Business Intelligence e Big Data. Mas, afinal, quais as diferenças entre os dois? Com o BI, é possível encontrar soluções para diversas dúvidas frequentemente presentes das empresas. O Business Intelligence propõe caminhos a serem seguidos e soluções lógicas para vários aspectos que fazem parte da gestão das companhias. Já o Big Data não tem o objetivo de trazer as soluções mais claras para os problemas. Na verdade, ele encontra alternativas que poderiam passar despercebidas pelas empresas. Ou seja, o Business Intelligence analisa as informações dos dados já disponíveis na companhia. O Big Data, por sua vez, aponta novos caminhos, mostra novas soluções e visa estruturar dados fazendo com que o primeiro processo seja mais eficiente.   Conclusão O Business Intelligence e Big Data, portanto, podem ser muito estratégicos se utilizados de maneira cruzada, unindo as informações que cada uma das ferramentas propõe e gerando as soluções que mais se adaptem à empresa. Com alternativas inteligentes e bem estruturadas, as chances de seu negócio se desenvolver de maneira mais sustentável são maiores. Aproveite para ler o nosso post sobre as 5 vantagens de utilizar o BI na sua empresa. E conheça as 10 principais tendências de Big Data para 2017  
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Negócio

Reduza os custos da sua empresa com o Business Intelligence

Uma metodologia cada vez mais utilizada por empresas para obter resultados positivos em tempos de crise é o Business Intelligence (BI). O conceito e a importância de sua aplicação nas empresas podem ser mais bem compreendidos aqui. Além de permitir gestão completa de todos os dados da empresa, propiciando decisões mais corretas, o BI propicia que os custos do negócio sejam reduzidos.   Business Intelligence em pequenas e médias empresas A falta de visão completa a respeito de todos os setores do negócio, principalmente em pequenas e médias empresas, pode fazer com que informações como gastos com fornecedores, custos operacionais e valores disponíveis em caixa fiquem perdidos em meio a tantos dados. Com isso, muitas vezes, as empresas têm de fechar as portas em função da má gestão financeira e administrativa – e não apenas por conta de crises econômicas ou outras questões macros do mercado em que atua. Dessa forma, a implantação de um sistema de tecnologia dentro das empresas, como o Business Intelligence, preenche uma lacuna extremamente estratégica, fornecendo informações precisas e essenciais para o desenvolvimento do negócio, e, consequentemente, permitindo que os investimentos sejam feitos corretamente. Os dados gerados pelo BI são reunidos em inteligentes e modernos softwares, que interligam todos os relatórios e cruzam informações a fim de apresentar soluções personalizadas e otimizadas para cada negócio.   Reduzindo os custos da empresa A redução de custos é uma das vantagens obtidas com o Business Intelligence. Em pequenas e médias empresas, muitas das decisões são tomadas com base nas experiências dos gestores de cada área, o que pode ocasionar conflitos de informação e opinião. Além disso, o uso de planilhas ou outras ferramentas de gestão que não processam os dados em conjunto pode fazer com que as informações geradas não forneçam uma visão holística da empresa, dificultando a definição de estratégias que realmente levem a maior produtividade e a melhores resultados. Nesse sentido, o Business Intelligence reúne todos os dados sobre a companhia, obtidos por meio de diferentes fontes, e possibilita a análise integrada das informações, identificando as falhas imperceptíveis e oferecendo soluções para corrigi-las. Com as ferramentas de BI, é possível também identificar padrões de hábitos e comportamento dos consumidores, facilitando a compreensão de cada perfil de cliente e classificando a performance de um produto ou serviço no mercado. Essas informações são muito importantes, uma vez que constatam exatamente como cada área da empresa deve agir, seja para chegar à redução de custos, seja para maximizar as vendas, seja para melhorar a qualidade do produto.   Conclusão O Business Intelligence, portanto, pode ajudar muito pequenas e médias empresas na identificação de suas lacunas. Com o BI, torna-se mais fácil saber em quais pontos é possível melhorar ou cortar gastos. O BI também pode oferecer soluções viáveis para que as PMEs possam corrigir possíveis erros de variadas naturezas. Com uma boa gestão administrativa e financeira, a empresa tem grandes chances de se desenvolver, melhorar seus processos e alcançar novos mercados ou clientes. Ou seja: o Business Intelligence torna-se essencial para os empresários brasileiros que estão buscando alternativas e oportunidades para superarem o atual momento econômico. Veja outros benefícios no uso do Business Intelligence.
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Tecnologia

Saiba como implementar a Internet das Coisas em pequenas e médias empresas

As coisas estão se comunicando com o mundo pela rede. “Quais coisas?”. Todas elas: tênis, geladeiras, televisões e qualquer objeto que se torne um aparato tecnológico inteligente para acessar a internet. Essa é a ideia da Internet das Coisas (IoT). O post anterior explicou a origem desse conceito e como ele pode ser uma solução inovadora para impulsionar o mercado brasileiro em tempos de crise. Agora, chegou a vez de falar sobre o impacto da IoT no dia a dia das pequenas e das médias empresas.   A Internet das Coisas O Brasil está cada vez mais conectado à internet, principalmente por meio de dispositivos móveis, como telefone celular e tablet. As marcas e as empresas precisam estar atentas a esse comportamento do usuário, que está com mais sede por praticidade e instantaneidade das informações. Por isso, não é só o usuário entusiasta de tecnologia que sai ganhando com essa revolução digital. A IoT tem se tornado dia a dia uma tendência de Tecnologia da Informação (TI) dentro das empresas. A interação entre coisa e máquina não é uma novidade. Há muitos anos, os códigos de barras dos produtos, por exemplo, já conversaram com os leitores dos caixas de supermercados. Outro exemplo é a comunicação entre as etiquetas antifurto e os sensores das portas das lojas. Com a Internet das Coisas (IoT), os sensores podem ser substituídos pela identificação por radiofrequência (RFID), tecnologia que rastreia as informações por meio de ondas de rádio e é acoplada aos objetos por uma etiqueta.   Oportunidades para pequenas e médias empresas No Brasil, o conceito de Internet das Coisas tem sido aplicado na comunicação máquina a máquina de indústrias relacionadas a petróleo e gás. A Internet das Coisas também é uma aposta dos projetos de gestão pública. A tecnologia tem sido utilizada em semáforos, radares de trânsito, monitoramento pluviométrico e até em lixeiras em vias públicas. As pequenas e as médias empresas (PMEs) têm tudo para se tornarem cada vez mais competitivas adotando a Internet das Coisas. A tecnologia pode ser aplicada para rastrear informações estratégicas sobre o comportamento dos consumidores e para monitorar as condições das máquinas e dos processos de operação, logística e transporte de produtos. A tecnologia pode ser acoplada em determinado produto visando identificar onde, quando e como o consumidor o utiliza e entender necessidades dos clientes e oportunidades de ajustes funcionais, de design e marketing. Ao monitorar a condição de uso de seus produtos, as pequenas e as médias empresas conseguem prever quando o consumidor precisará repor o produto e garantir tal reposição rapidamente no estoque. Outra oportunidade para o seu negócio é na redução de custos com manutenção de equipamentos, uma vez que, com a Internet das Coisas, se torna possível identificar desgastes, o que evita maiores estragos no futuro. Com a IoT, os sensores também podem ser utilizados para o bom uso da frota, identificando gastos com combustíveis, tempo e quantidade de parada, saúde do motor, etc. Outro ganho é na logística: o caminho percorrido e a previsão de entrega dos produtos aos seus destinatários.   Conclusão Utilizando a Internet das Coisas (IoT), as pequenas e as médias empresas apostam em inovação, reduzem custos e ganham em produtividade. Por esses e outros motivos, as PMEs precisam investir em soluções com a IoT para se sobressaírem no mercado em tempos de crise. Aproveite para ler nosso primeiro post sobre a Internet das Coisas.
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Tecnologia

O que é Internet das Coisas e como ela vai influenciar o mercado

Você já ouviu falar sobre a Internet das Coisas (IoT), sabe o que é Internet das Coisas? Essa expressão, que pode parecer genérica, diz respeito a um conceito que tem revolucionado a área de Tecnologia da Informação (TI) e vem impactando cada vez mais a vida das pessoas. O que é Internet das Coisas? Antigamente, o computador era o único dispositivo pelo qual o usuário acessava a internet. Pouco tempo depois, tornou-se possível navegar por meio de celular, tablet e televisão. Hoje, objetos de uso corriqueiro do dia a dia, como relógios, óculos, carros, elevadores, e até mesmo geladeiras, estão conectados à rede, transmitindo dados entre eles. Um estudo divulgado este ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que o celular é o principal meio de conexão com a internet no Brasil. A correria cotidiana e a falta de tempo fazem com que as pessoas busquem alternativas móveis para se conectarem. O que é Internet das Coisas então? É sobre isto: tornar os objetos inteligentes e proporcionar mobilidade e facilidade de acesso por diferentes meios convencionais ou não. O conceito começou a ser desenvolvido em 1999 pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), um dos principais centros de pesquisa em tecnologia do mundo. Google, IBM e Samsung são algumas das principais empresas entusiastas da IoT.   E como anda o mercado? Baixa credibilidade para investidores, desaceleração, retração, inflação... São muitos os reflexos das crises política e econômica pelas quais passa o Brasil. No entanto, os momentos de crise costumam ser também períodos de muitas oportunidades. Em um artigo publicado pela Harvard Business Review Brasil, os pesquisadores apontam os níveis deficientes de inovação como um dos culpados pela baixa capacidade brasileira de prosperar economicamente. No ano passado, o Brasil amargou o 70º lugar no Índice Global de Inovação e ficou em 99ª colocação no Índice de Eficácia da Inovação. Mas a revolução da Tecnologia da Informação pode contribuir de forma significativa para a reconstrução da competitividade, dando maior vigor ao crescimento econômico. Para começar, a IoT auxilia no aumento da produtividade das operações das empresas. A tecnologia também é uma importante ferramenta estratégica corporativa, já que incentiva a inovação e a formação de novos mercados. A Internet das Coisas tem conquistado a atenção e a adesão de micros e grandes empresários. O artigo publicado pela Harvard Business Review Brasil cita uma pesquisa realizada pela consultoria Accenture que revela alto interesse dos entrevistados brasileiros. Os empresários daqui declararam estar conscientes das oportunidades oferecidas pela IoT e apontam o aumento da produtividade e otimização dos custos e da maximização do relacionamento com os consumidores como alguns dos principais benefícios.   Conclusão A IoT está compartilhando dados e informações e conectando pessoas, máquinas e objetos em prol da mobilidade e da facilidade da operação e da gestão estratégica do negócio. Por isso, em tempos de crise, as empresas têm olhado com mais atenção para as ferramentas e outras soluções digitais a fim de se tornarem mais competitivas e inovadoras. A Internet das Coisas foi uma das tendências para 2016 que citamos em um “Quer saber mais?”. Leia o post completo aqui.
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